AFACEESP - Associação dos funcionários aposentados e pensionistas do Banco Nossa Caixa

(11) 94721-0605

|

08000-175-007

|
Menu

Área Restrita do Associado

Área Restrita do Conveniado

Associe-se

editori@l Afaceesp   Carta aberta aos Conselheiros –  Feas, o que será feito?
Fique por dentro

Notícias

editori@l Afaceesp   Carta aberta aos Conselheiros –  Feas, o que será feito?
21 de fevereiro de 2020
Atualizado: 21/02/2020

editori@l Afaceesp Carta aberta aos Conselheiros – Feas, o que será feito?

A prestação de contas divulgada pelos conselheiros Américo, José Carlos
e Max às entidades representativas confirma dois fatos importantes constatados
pela auditoria do Feas: o plano Novo Feas foi implantado em 2013 sob bases de
custeio subavaliadas e o patrocinador não foi cobrado adequadamente sobre a sua
responsabilidade pelas condenações judiciais que suspenderam a cobrança de
mensalidades.

 


As pessoas foram
enganadas em 2013
com a promessa de que o custeio mensal de 4,73% para o grupo familiar
daria sustentabilidade permanente (até o ano de 2.100 diziam alguns…). Atuário
contratado pela Afaceesp já havia apontado que o custeio proposto não era
sustentável.

 


Ações judiciais contra a alteração do Regulamento do Feas em 2009 (4,72%
percapita)
– A narrativa insistente sempre afirmou que o pedido feito nas ações
judiciais  foi errado. Infelizmente, por razões outras, o discurso acabou
sendo admitido até por segmentos que deveriam ter cuidado de apurar a verdade
dos fatos enquanto representativos dos interesses dos participantes.  Ocorre
que a narrativa não corresponde à verdade,  pois  foi pedido que o Banco do Brasil, na condição
de sucessor do incorporado Banco Nossa Caixa, assuma todas as obrigações do
plano e garanta a prestação dos serviços
(está lá, nos respectivos
processos)..

 


Portanto, não é verdade que os beneficiados por sentenças judiciais
estão prejudicando os demais
. O esgotamento acelerado dos recursos
que subsidiam os planos Feas decorre da implantação de custeio subavaliado para
que as pessoas aderissem ao plano e da não cobrança da responsabilidade do
patrocinador condenado judicialmente. Complementarmente, o fato de não ter
permitido a inscrição dos empregados egressos do Banco Nossa Caixa no plano
Cassi Associado, nos termos da Lei de venda da Nossa Caixa,  desonera o
patrocinador Banco do Brasil e onera os participantes do fundo Feas, porque
implica esgotamento dos recursos.

 


Ainda que o relatório da auditoria do Feas não esteja fechado, as
constatações permitem imputar responsabilidades cabíveis aos agentes envolvidos na  implantação equivocada do Novo Feas em 2013 e
pela não cobrança da responsabilidade condenatória do patrocinador desde 2011
(quando das primeiras sentenças).

 

O excelente e persistente esforço dos atuais conselheiros, Américo, José
Carlos e Max, trouxe à tona o quadro real dos planos de saúde Feas. 
Agora, cabe a eles tomar posição formal sobre a questão, imputando as
responsabilidades cabíveis e cobrando firmemente a obrigação do patrocinador.

É a expectativa da Afaceesp .          

Pedro Paulo Galdino, diretor presidente

Últimas Notícias

24 de agosto de 2022

Atualizado: 24/08/2022

Programa de Hospedagem tem calendário de eventos

Publicação permanente para divulgar eventos especiais nas regiões dos hotéis conveniados Os associados da Afaceesp têm mais uma opção para avaliar as atrações dos locais onde estão situados os hotéis

01 de dezembro de 2022

Atualizado: 01/12/2022

O verão está chegando!

Associados têm direito ao subsídio do Programa de Hospedagem da Afaceesp, além dos descontos oferecidos pelos próprios hotéis conveniados! Confira os destinos:

09 de novembro de 2022

Atualizado: 09/11/2022

Cassi para os egressos da Nossa Caixa

Comunicado do Escritório Innocenti esclarece atuação junto ao Ministério Público do Trabalho de Brasília.

28 de outubro de 2022

Atualizado: 28/10/2022

Comunicado Afaceesp

Aos egressos do Banco Nossa Caixa que se aposentaram no Banco do Brasil ou ainda estão em atividade no Banco – Ação Civil Pública do Ministério Público do Trabalho de Brasília ajuizada em 2012 (opção pelo plano de saúde da Cassi)