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AFACEESP PRESTA DEPOIMENTO NA AUDITORIA FORENSE SOBRE FEAS
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AFACEESP PRESTA DEPOIMENTO NA AUDITORIA FORENSE SOBRE FEAS
26 de agosto de 2021
Última atualização: 14 de setembro de 2021

AFACEESP PRESTA DEPOIMENTO NA AUDITORIA FORENSE SOBRE FEAS

Convite para depoimento foi aprovado pelo Conselho Deliberativo mediante proposta dos conselheiros eleitos do Economus

Auditoria forense objetiva identificar os agentes responsáveis pelo esgotamento acelerado dos recursos do fundo Feas

 Relatos documentados pela Associação indicam que a implantação de custeio subavaliado do Novo Feas em 2013 beneficiou os interesses do Banco do Brasil,

e que a Direção do Economus não exerceu prerrogativa de exigir do Banco do Brasil a responsabilidade pelas condenações em processos judiciais, optando por onerar o fundo Feas

Depoimento prestado aos auditores da Grant Thorton Brasil serviu para apresentação detalhada de informações disponíveis pela Associação sobre a questão da assistência médica Feas (aposentados dos grupos B e C).

Na ocasião, foi possível apresentar o quadro completo dos acontecimentos desde a incorporação da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil, mediante constatações de natureza factual, fundamentadas em documentos e manifestações públicas.

Farta documentação dos relatos – os documentos colocados à disposição dos auditores da Grant Thorton formam um volume considerável. Assim, além do relatório principal acompanhado de 14 anexos, foram colocados à disposição de forma complementar várias outras publicações e documentos que propiciam a compreensão no sentido de que as práticas e omissões ao longo de vários anos tiveram por objetivo proteger os interesses do Banco do Brasil, sobretudo para não aplicar aos aposentados egressos do Banco Nossa Caixa o que é aplicado para os nativos do Banco.

Prazos envolvidos? – os auditores informaram estimar para o mês de setembro a entrega do relatório final, tendo em vista a necessidade de avaliar não só os relatos e documentos apresentados pela Afaceesp como também outros depoimentos colhidos no âmbito da referida auditoria forense. Foi informado, ainda, que os trabalhos ora em curso poderão ser complementados pela contratação de um escritório de advocacia especializado para avaliar as providências cabíveis, sobretudo no âmbito da responsabilização dos agentes envolvidos.

Conselheiros Deliberativos eleitos estão cientes – importante ressaltar que os conselheiros Américo, Max Freddy e Primo Minari estão mantidos permanentemente informados, na condição de responsáveis pela proposição para que a Afaceesp fosse ouvida no âmbito dos trabalhos da auditoria forense em apreço e, até porque, serão chamados futuramente para decidir sobre o relatório final.

Auditoria forense – entenda um pouco mais
Conforme já divulgado anteriormente, os conselheiros eleitos propuseram uma auditoria no Feas, que acabou  limitada ao apontamento de várias constatações. Tecnicamente, esse trabalho ficou conhecido como procedimentos previamente acordados. Considerando o teor e a gravidade de várias constatações produzidas por essa primeira auditoria, ficou decidida a realização de uma auditoria forense, cuja abrangência é maior (tomada de depoimentos, convites para que terceiros sejam ouvidos, avaliação das comunicações corporativas sobre o assunto, etc.), de modo a identificar o envolvimento de agentes nas constatações evidenciadas, com vistas inclusive às responsabilizações daí decorrentes. Nesse aspecto, os documentos e relatos apresentados pela Afaceesp certamente terão especial importância.

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