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Auditoria Feas, constatações
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Notícias

Auditoria Feas, constatações
20 de agosto de 2020

Auditoria Feas, constatações

Recursos podem acabar em 2021; foi alardeado que durariam até 2100

– Ações judiciais – o fato de o Economus não cobrar o Banco do Brasil pelas condenações solidárias causou perda de recursos do fundo Feas na ordem de R$ 121milhões.

– premissas inadequadas do plano Novo Feas causaram perda estimada de R$ 525milhões.

– foi alardeado que os recursos do fundo durariam até 2.100; poderão acabar em 2021.


– custo do plano de saúde poderá ficar insustentável, principalmente para os aposentados do Grupo C que estão pagando pesado déficit na previdência.


Nova Prestação de contas dos Conselheiros eleitos
, atualizada até o final do mandato da gestão anterior (reunião do Conselho Deliberativo de 25/06/2020) confirma alguns fatos divulgados com insistência pela Afaceesp, ao longo dos anos.

A novidade inquietante, no entanto, é que agora são noticiados números e projeções que permitem medir o estrago provocado por ações e omissões verificadas ao longo de uma década.  

Resumo da prestação de contas feita pelos conselheiros eleitos Américo Antonio Cosentino, José Carlos de Oliveira e Max Freddy Frauendorf

1.      Os conselheiros foram contrários a discutir novos estudos de aderência e de hipóteses a serem utilizadas futuramente, sem que seja finalizado o processo de auditoria no Feas, inclusive mediante auditoria forense para imputação de responsabilidades cabíveis.

2.      O patrocinador Banco do Brasil é condenado nas ações movidas pelos participantes, mas o custo é imputado ao fundo Feas, no valor estimado de R$ 121 milhões. Além disso, foram constatadas devoluções por determinação judicial de aproximadamente R$ 10milhões.  Esses valores reduziram o fundo Feas porque a direção do Economus não cobrou a responsabilidade do Banco do Brasil na condição de condenado solidariamente.

3.      Os erros de avaliação do plano Novo Feas em 2013, e a não correção anual conforme determina o regulamento do plano e a recomendação atuarial, causaram uma perda de recursos do fundo Feas estimada pela própria consultoria que realizou os estudos na ordem de R$ 525milhões, por conta das arrecadações realizadas a menor.

4.      Foram retirados do fundo Feas R$ 10,9mihões para cobertura de dívida do plano autossustentável, que não tem nenhuma relação com o Feas porque foi plano implantado sob responsabilidade do Banco Nossa Caixa. Portanto, essa dívida teria que ser assumida pelo sucessor Banco do Brasil.

Comentário – 
na época de implantação do plano Novo Feas, os recursos do fundo giravam em torno de R$ 500mihões (incluídos os depósitos para cobrir recurso judicial, portanto, não eram nem estão livres atualmente).  As perdas de recursos pelos eventos descritos nos itens 2, 3 e 4 acima totalizam R$ 667milhões, portanto, em números absolutos maior do que o saldo do fundo existente em 2013.

5.      A auditoria externa não encontrou evidência que indique as razões pelas quais a governança do Economus não exerceu a cobrança das condenações judiciais junto ao Banco do Brasil, o que implicou, até o momento, estimativa de perda de recursos do fundo Feas na ordem de R$ 130milhões (item 2 acima).

6.      Os novos conselheiros, empossados no dia 10 de julho de 2020, foram notificados por intermédio de um documento intitulado Relato dos Fatos sobre o Feas, a fim de tomarem conhecimento sobre a situação preocupante que pode comprometer a assistência médica para os aposentados.

Comentário –  por que os recursos do fundo podem acabar já em 2021? 
Embora essa informação não esteja na prestação de contas, é possível projetar, numa conta bem singela, que os recursos livres do fundo Feas estejam esgotados até o final de 2021. Em dezembro de 2019, o saldo constante no balanço era de R$140milhões; de acordo com os resultados mensais divulgados no site do Economus, é possível estimar uma utilização mensal de recursos na ordem de R$ 5,5milhões;  portanto, considerando 24 meses de utilização, é provável que os recursos livres sejam consumidos antes do final de 2021, tendo em vista também a necessidade de manutenção de um saldo mínimo para atender provisões disciplinadas pela ANS.

Comentário – com o esgotamento dos recursos do fundo quem se responsabilizará pelo cumprimento das decisões judiciais?
  A governança do Economus enfim cobrará o Banco do Brasil?  Ou pretenderá assumir o risco de descumprir ordens judiciais?

Inteiro teor da Nova Prestação de contas dos conselheiros eleitos pode ser acessado por um dos links abaixo

https://drive.google.com/file/d/1WSz-e-70iDJ_QzKb04kiuaaLwjMR3Yin/view?usp=sharing

Prestação de Contas Conselheiros Eleitos 08.2020

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23 de novembro de 2020

Comunicado nº 01 da Afaceesp sobre alterações nos planos de saúde Economus para aposentados dos grupos B e C (Feas)

Inconcebível e cruel – Enquanto os aposentados de origem do Banco do Brasil comprometem no máximo 7,5% da renda, os oriundos do incorporado Banco Nossa Caixa poderão pagar até 65%.
Afaceesp recomenda não abandonar o plano em que o participante estiver inscrito.
Novo plano objetiva descaracterizar responsabilidades do Banco do Brasil.
As informações do presente têm como fonte dados extraídos do Comunicado feito pelos conselheiros eleitos às entidades representativas, complementadas pela apresentação da Diretoria do Economus em reunião com representantes da Afaceesp do dia 20 de novembro.

06 de novembro de 2020

Planos de saúde Feas – Notificações extrajudiciais

Afaceesp notifica dirigentes do Banco do Brasil e Economus

Documento aborda as questões sobre esgotamento dos recursos do Feas omitidas pelo Economus nas suas publicações e a anunciada intenção em reformular os planos para os aposentados dos grupos B e C.

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