5 JUN2019
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Déficit do Feas - o alvo das ações judiciais é o Patrocinador

Luta judicial é contra o Patrocinador (Banco do Brasil)

FEAS - a luta judicial é contra o Banco do Brasil, ou você prefere continuar mirando o alvo errado?

Economus passou a reconhecer e informar isso isso expressamente,

Desde que a ação coletiva da Afaceesp foi acolhida pela Justiça do Trabalho (TST-Brasília) e, agora,  quando o Economus publica nota informando que  a ação coletiva está no STF para se manifestar. 
A Ação sempre foi contra o Banco do Brasil; o Economus também foi acionado por ser operadora do plano. 
O pedido é para que o Patrocinador Banco do Brasil seja responsável por garantir a prestação dos serviços sem a cobrança unilateral da mensalidade imposta unilateralmente em 2009 (4,72% percapita)
 
E a auditoria requerida pelos conselheiros eleitos para apurar as causas e os responsáveis pelo acelerado esgotamento dos recursos do Fundo? Sai ou não sai?  
- implantação do plano Novo Feas em 2013 com custo e custeio irreais e que agora está a exigir reajuste insuportável para as pessoas que acreditaram nas promessas da época.
- descumprimento de dispositivo que assegura aos egressos do BNC a mesma política de gestão de pessoas do BB e não cumprimento do regulamento alterado em 2009 que fixou o prazo para adesões restrita somente aos aposentados sob a égide do BNC, uma vez que aos ativos caberia estender as mesmas condições dos empregados de origem BB.
- nas ações individuais (a maioria delas já transitada em julgado), qual a razão de o Banco do Brasil estar condenado solidariamente e não colocar recursos no fundo, provocando ainda mais o esvaziamento do saldo?
Essas ações individuais, a exemplo da coletiva movida pela Afaceesp, também são contra o Banco do Brasil.  
 

Entenda quem está amparado atualmente por decisões judiciais

Os aposentados dos grupos B e C que fazem parte das ações movidas individualmente com decisões favoráveis.  O Banco do Brasil é condenado solidariamente, cabe repetir.
Os integrantes da ação coletiva, com a suspensão da tutela antecipada, voltaram a pagar mensalidades desde início de 2017. Aguardam a decisão do STF nos termos informados pela nota recente do Economus.

Se o efeito das ações judiciais vem contribuindo para o esvaziamento do Fundo (ainda que em pequena parte), é porque o Patrocinador Banco do Brasil condenado solidariamente a garantir a prestação dos serviços sem a cobrança de mensalidade não está sendo penalizado financeiramente, uma vez que estão sendo utilizados recursos do Fundo Feas. Esta é a questão. Este deveria ser o foco da cobrança por parte de todos. Este também deveria ser um dos objetivos da auditoria requerida pelos conselheiros eleitos.

Fonte Afaceesp