26 ABR2019
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Auditoria no Novo Feas está sendo postergada

Repetição do que já vimos na previdência? E os conselheiros eleitos?

O pedido de auditoria foi feito para apurar responsabilidades pela implantação do Novo Feas com custeio abaixo das necessidades em 2013; e pelo fato de não ter sido feito nenhum ajustamento até hoje, apesar de todas as evidências.

Também, para apurar  as razões pelas quais o Banco do Brasil, apesar de ter sido condenado solidariamente em ações já transitadas em julgado, não está cumprindo financeiramente tais condenações.

Esses fatos têm provocado o rápido esgotamento das reservas do fundo Feas, uma vez que ele está bancando mais de 60% dos custos da assistência médica dos planos
.


Aqui, mais uma vez, está ocorrendo postergações que, a exemplo do que aconteceu na previdência (plano do Grupo C), implicará em conta cada vez maior a ser paga no futuro.

Os conselheiros eleitos informam posicionamento no sentido de que o patrocinador Banco do Brasil deve participar do custeio do plano, sob pena de inviabilizar a sustentabilidade futura. E,  também assumir a responsabilidade por conta dos empregados egressos do Banco Nossa Caixa e pelas condenações solidárias já impostas pela Justiça.


Em comunicado enviado às entidades representativas, os conselheiros eleitos informam que essas são as razões preponderantes para o esgotamento dos recursos. Não são os processos judiciais, até porque as condenações implicam responsabilidade solidária do patrocinador. Bem, então, basta cobrar. Está sendo cobrado? Temos condenações desde 2011...  

Com a palavra, Américo, José Carlos e Max: o que está sendo feito para combater as notórias postergações?

Fonte Afaceesp